Fazia tempo que eu esperava para tosar a Blanche assim, como já tem um outro post sobre ela, vou colocar aqui para compartilhar seu mais novo visual.


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Revista Cães e Cia, n. 329, outubro de 2006
Por Alexandre Rossi (adestrador – www.caocidadao.com.br)
Todos desejamos ter cães que só façam as necessidades no banheirinho deles. Neste artigo procuro ensinar a maneira mais rápida e eficiente de obter sucesso na formação desse hábito de higiene
Quando ensinar
O filhote costuma fazer as necessidades assim que sente vontade. Nosso trabalho inicial é identificar quando isso acontece. Normalmente, o cão urina e defeca ao acordar ou ao ser acordado, antes de descansar e logo depois de comer. Entre em ação nesses momentos ou quando ele der sinais de querer se aliviar (começa a farejar, a se afastar e rodopiar ou a abrir levemente as patas). Leve-o ao banheirinho, no colo. Enquanto ele estiver nos seus braços evitará fazer necessidades, atitude semelhante à que adota quando está na caminha ou na toquinha dele (caixa de transporte ou casinha).
Ponha o filhote no banheiro e, para mantê-lo lá, fique por perto. Assim que ele tiver se aliviado, elogie-o e recompense-o com petisco. Quando o filhote tiver associado o prêmio com fazer as necessidades, começará até a forçar para fazer xixi e ganhar recompensa. Quanto mais necessidades ele fizer em local desejado, menor o risco de fazê-las em local impróprio. Nas primeiras vezes, não mostre o petisco antes de o filhote se aliviar, para não desconcentrá-lo.
Se, passados uns dois minutos, o filhote não tiver dado mostras de querer se aliviar, leve-o para onde estava ou para outro local que não seja o do banheirinho. Depois de algum tempo, ou quando o cão sinalizar, leve-o de volta para o lugar de fazer as necessidades.
Nunca prenda o filhote sozinho no cômodo do banheirinho. Se ele começar a temer o local, evitará visitá-lo.
Na falta de supervisão
A intenção é que o filhote faça as necessidades onde desejamos, mesmo sem ser supervisionado. Se ele ficar sem supervisão por diversas horas, deve ter acesso à água, aos brinquedos e à caminha, bem como ao lugar para se aliviar. Esse último deverá estar no lado oposto da comida, água e casinha ou em outro ambiente.
Forre o banheirinho com algo que absorva o xixi, como folhas de jornal ou um tapete higiênico. Em volta do banheiro não deve haver tapete nem carpete, acessórios que só podem estar em embaixo da caminha do filhote.
Para evitar que a caminha se torne banheiro, procure deixá-la o mais confortável possível. Amarre os brinquedos perto dela ou em cima, para serem roídos lá e não sobre o jornal. Prefira os brinquedos com furos e insira neles pedaços de petisco ou de ração. Quanto mais o filhote se entretiver na caminha ou na toca, menores as chances de ele adotar o jornal como caminha ou de desenvolver o hábito de picar o jornal ou o tapete higiênico.
Se o filhote ficar sem supervisão por um breve período, poderá ser deixado na toca dele (caixa de transporte ou casinha com porta). Por não gostar de se aliviar onde está abrigado, ele segurará as necessidades enquanto conseguir. Isso dará chance a você de, ao voltar, levá-lo ao local adequado e de elogiá-lo, caso ele faça a coisa certa. Atenção: não associe a toca com broncas. Ao contrário, mostre como é legal estar nela. Sempre que o cão entrar na toca, dê petiscos e atenção a ele.
Se fizer no lugar errado
O treinamento inicial precisa ser focado em elogios e petiscos. Não em broncas. O filhote costuma interpretá-las de modo equivocado. Mesmo quando a bronca é dada corretamente no ato da ação indesejada, ele pode entender que o motivo foi ter feito necessidades em local visível ou perto de pessoas, por exemplo.
Se isso acontecer, ele não irá mais ao lugar certo e nós perderemos a chance de recompensá-lo pelos acertos. A conseqüência é o treino ficar muito mais difícil.
Por isso, só comece a dar broncas quando não tiver dúvidas de que o cão entendeu o que espera dele. Ou seja, quando ele se aliviar freqüentemente no local correto e, ao terminar, correr na sua direção para receber petiscos e elogios.
O objetivo das broncas é criar desconforto para o cão quando ele faz necessidades em local errado. O mesmo resultado pode ser obtido com um barulho alto, que cause um pequeno susto.
Pode-se também dar bronca quando o filhote se prepara, em local impróprio, para fazer necessidades. Se ele segurar o xixi, leve-o para o banheirinho e aguarde alguns minutos. Há uma boa chance de ele se aliviar lá.
Estava pesquisando outros produtos e encontrei o anúncio dessa escova que até então não conhecia. Se funciona mesmo não sei, mas seria bem prático.
As fortes cerdas de ESCOVA MÁGICA IO-50, ajudar você a vencer os pêlos mais rebeldes, enquanto a Tecnologia Iônica lava suavemente seu animal com mais de 100 trilhões de moléculas super oxigenadas, a cada segundo. A tecnologia iônica acaba com os maus odores e com as partículas que as causam e deixa somente oxigênio fresco em seu pêlo. Assim seu animal acaba cheirando bem e limpo. Uma vantagem adicional de ESCOVA MÁGICA IO-50, é a tecnologia usada para repelir pulgas. A escova emite ondas ultra- sônicas reguladas em freqüência específica que ajuda a repelir as pulgas, mas é totalmente inofensiva para você e seu animal.
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Sempre que pensarmos em adquirir um animal devemos levar em contas uma série de fatores:
Esses são só alguns questionamentos que se deve fazer ao adotar um animal, pois esses itens citados acima parecem ser muito freqüentemente a causa de abandonos. É triste ver pessoas se desfazendo do cão ou gato porque cresceu demais, ou porque solta pêlo, ou fez xixi onde não devia, é muito agitado, é muito calmo, late demais, não late, não era bem o que queria……e por aí vai. Só quem se envolve em causas em prol dos animais vê com seus próprios olhos os absurdos que o ser humano é capaz em favor do egocentrismo. Animais não são produtos descartáveis, são seres vivos que merecem respeito.
O proprietário que se preocupa com todas essas questões antes de assumir o compromisso de adotar um animal de estimação, certamente, será um proprietário responsável. E é isso que se espera de todos.
Aprender sobre o comportamento dos cães e como educá-los deveria ser uma tarefa obrigatória a toda pessoa que adquire um cãozinho. Retirei algumas dicas do livro Florais para cães, da autora Jackline Pinto, por sinal um livro muito interessante, que poderão ajudar na hora da educação.
Não esqueça: quando sair, deixe seu animal seguro e tranqüilo, com uma camisa recém-usada (não lavada), um rádio ligado e pelo menos uma luz acesa na casa (quando for noite).
Dedique um tempo para vocês, um tempo prazeroso, para que ele sinta que, apesar das mudanças, continua sendo muito amado. Que tal três passeios por dia? Pode ser só por 30 minutinhos!!
Uma das mais comuns reclamações de comportamento em gatos é a eliminação de urina em local inapropriado. Esse tipo de comportamento é dividido em dois tipos:
Em todos os casos é importante fazer a diferenciação do problema para que se faça uma terapia adequada. Mesmo com essa diferenciação, a terapia comportamental pode ser necessária concomitante com o tratamento médico, porque os problemas de comportamento podem ter início como resultado de um condicionamento negativo. Por exemplo, um gato com uretrite pode associar a dor com a caixa sanitária e procurar locais alternativos para eliminação.
Existem manejos que podem eliminar esses comportamentos indesejados, desde que sejam exclusivamente associados a problemas comportamentais, por exemplo: manter a caixa sanitária limpa, não usar soluções de limpeza muito forte, oferecer pelo menos uma caixa por gato em localizações diferentes, colocar a caixa em locais tranqüilos, não colocar a caixa sanitária próximo aos pratos de comida e água, colocar uma caixa alternativa onde estão os locais de “acidentes” e a medida que esta for usada poderá ser movida poucos centímetros por dia até um local aceitável para o proprietário, também podem ser colocados obstáculos no lugar onde o gato esteja urinando inapropriadamente, como por exemplo, usar pinhas ou folhas de papel alumínio em vasos de plantas.
Se a situação estiver insustentável para o proprietário, que esse coloque o seu gato num local isolado que seja pequeno e distante do local onde ele costuma estar, oferecendo todas as condições necessárias e permitindo um maior tempo de liberdade de acordo com a readaptação do gato.
Medicamentos não são normalmente indicados para esses gatos com problemas de comportamento. Em vez disso um manejo ambiental e comportamental deve ser implementado.
Sempre que o gato apresentar um comportamento fora do padrão, ele deve ser encaminhado para uma avaliação veterinária em busca da causa provável e resolução do problema.