TOSAS PARA POODLE

Agosto 3, 2008

O poodle é uma cão que oferece várias possibilidade de tosa estética, eis alguns estilos:



ESCOVA MÁGICA

Agosto 3, 2008

Estava pesquisando outros produtos e encontrei o anúncio dessa escova que até então não conhecia. Se funciona mesmo não sei, mas seria bem prático.

As fortes cerdas de ESCOVA MÁGICA IO-50, ajudar você a vencer os pêlos mais rebeldes, enquanto a Tecnologia Iônica lava suavemente seu animal com  mais de 100 trilhões de moléculas super oxigenadas, a cada segundo. A tecnologia iônica  acaba com os maus odores e com as partículas que as causam e deixa somente oxigênio fresco em seu pêlo. Assim seu  animal acaba cheirando bem e limpo. Uma vantagem adicional de ESCOVA MÁGICA IO-50, é a tecnologia usada para repelir pulgas. A escova emite ondas ultra- sônicas reguladas em freqüência específica que ajuda a  repelir as pulgas, mas é totalmente inofensiva para você e seu animal.

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QUAL A RAÇA CERTA PARA MIM?

Julho 30, 2008

Sempre que pensarmos em adquirir um animal devemos levar em contas uma série de fatores:

  • Custo de manutenção do animal escolhido, isso inclui: veterinário, vacinas, banhos, esterilização, alimentação, acessórios, medicações e gastos não programados;
  • Temperamento. Se você quer um animal calmo, pouco ativo, que não fique latindo, evite raças agitadas, e vice-versa. Antes de escolher o seu animal de estimação sempre pesquise muito, fale com outros proprietários, criadores, veterinários, obtenha todas as informações possíveis.
  • Local onde você mora. Se você mora em apartamento, prefira raças menos agitadas, já que você vai precisar conviver com seus vizinhos, procure evitar os problemas antes de criá-los. Se você mora em casa, e já tem um cão, ao se mudar não escolha um apartamento, procure outra casa, pois no momento que você assumiu a responsabilidade de adotar um animal, é responsável por ele pelo resto de sua vida. Esse último é um dos motivos mais comuns de abandono de animais.
  • Expectativa de vida: lembre-se, um cão ou gato dura em média 15 anos, pergunte-se se você está disposto a assumir o compromisso por todo esse tempo;
  • Aptidão para liderança:   É inegável que certas raças têm uma tendência maior à agressividade, portanto, é imprescindível que uma pessoa que adquira um animal desses tenha condições de liderá-lo e controlá-lo, evitando assim acidentes , como, ataques a outros cães e pessoas. A criação sem critérios de raças como: Pit Bull, Rottweiler, Fila, e outros, sem critérios e ignorando as linhagens e temperamento desses, assim como a compra desses animais por pessoas incapazes de se posicionarem como líderes vêm trazendo problemas bem sérios, para os cães e para as pessoas.

Esses são só alguns questionamentos que se deve fazer ao adotar um animal, pois esses itens citados acima parecem ser muito freqüentemente a causa de abandonos. É triste ver pessoas se desfazendo do cão ou gato porque cresceu demais, ou porque solta pêlo, ou fez xixi onde não devia,  é muito agitado, é muito calmo, late demais, não late, não era bem o que queria……e por aí vai. Só quem se envolve em causas em prol dos animais vê com seus próprios olhos os absurdos que o ser humano é capaz em favor do egocentrismo. Animais não são produtos descartáveis, são seres vivos que merecem respeito.

O proprietário que se preocupa com todas essas questões antes de assumir o compromisso de adotar um animal de estimação, certamente, será um proprietário responsável. E é isso que se espera de todos.


A esterilização ou castração é a única forma humanitária de controle populacional

Julho 29, 2008


Como educar o meu cachorro?

Julho 24, 2008

Aprender sobre o comportamento dos cães e como educá-los deveria ser uma tarefa obrigatória a toda pessoa que adquire um cãozinho.  Retirei algumas dicas do livro Florais para cães, da autora Jackline Pinto, por sinal um livro muito interessante, que poderão ajudar na hora da educação.

  1. Criar uma rotina : Colocar o alimento nos horários corretos, não deixar alimentação à vontade. Ensinar a urinar e defecar no local correto;
  2. Elogios/punição: Elogiar, presentear em acertos; Punir somente com tom de voz forte ou spray de água no rosto, mas só é válida a punição feita na hora H, ou seja, no momento exato do ato indesejado; se feita depois, além de ser inútil, pode ser muito prejudicial; Manter sempre a sua palavra;
  3. Seja forte: Não se sinta culpado por deixar o animal em casa sozinho. Ele deverá se acostumar com a rotina da casa, e não a casa com a rotina dele. Com certeza ele irá se adaptar; é somente uma questão de tempo e paciência.
  4. Se ele latir demais, ignore-o: O latido realmente incomoda e eles são tão esperto que sabem que ganham o dono no latido. Portanto, seja mais inteligente que ele: ignore-o. Ele, percebendo que não consegue o que quer, gradativamente deixará de latir;
  5. Não fazer festa para o animal quando chegar em casa: Isso é o mais difícil nesse processo, mas precisamos fazer esse esforço para não estimularmos o comportamento ansioso da espera. Portanto, devemos fazer carinho no animal somente após o término da euforia dele. Entre em casa, disfarce, vá ao quarto, ao banheiro e depois que ele estivem bem calmo faça carinho, sem muita exaltação.
  6. Para diminuir o comportamento de espera: Diga “volto já” e saia. Ausente-se por cinco minutos, volte, ignore o animal até ele ficar calmo e tranqüilo e depois faça um carinho. Após 30 minutos, diga “já, já volto” e saia. Ausente-se por dez minutos, volte, ignore o animal até ele ficar calmo e tranqüilo e depois faça um carinho. Mais uma vez, depois de uma hora, diga “já, já volto” e saia, ausente-se por 30 minutos, volte, ignore o animal até ele ficar calmo e tranqüilo, para depois fazer um carinho. Faça o mesmo depois de duas horas. Repita esses exercícios durante cinco dias consecutivos, e vá aumentando os espaços de tempo até chegar no horário necessário para que ele fique só e bem equilibrado.

Não esqueça: quando sair, deixe seu animal seguro e tranqüilo, com uma camisa recém-usada (não lavada), um rádio ligado e pelo menos uma luz acesa na casa (quando for noite).

Dedique um tempo para vocês, um tempo prazeroso, para que ele sinta que, apesar das mudanças, continua sendo muito amado. Que tal três passeios por dia? Pode ser só por 30 minutinhos!!


O QUE FAZER QUANDO SEU GATO URINA EM LUGARES INAPROPRIADOS?

Julho 17, 2008

Uma das mais comuns reclamações de comportamento em gatos é a eliminação de urina em local inapropriado. Esse tipo de comportamento é dividido em dois tipos:

  1. um no qual os gatos urinam do lado de fora da caixa sanitária e
  2. aqueles no qual os felinos urinam pela casa para demarcação de território.

Em todos os casos é importante fazer a diferenciação do problema para que se faça uma terapia adequada. Mesmo com essa diferenciação, a terapia comportamental pode ser necessária concomitante com o tratamento médico, porque os problemas de comportamento podem ter início como resultado de um condicionamento negativo. Por exemplo, um gato com uretrite pode associar a dor com a caixa sanitária e procurar locais alternativos para eliminação.

Existem manejos que podem eliminar esses comportamentos indesejados, desde que sejam exclusivamente associados a problemas comportamentais, por exemplo: manter a caixa sanitária limpa, não usar soluções de limpeza muito forte, oferecer pelo menos uma caixa por gato em localizações diferentes, colocar a caixa em locais tranqüilos, não colocar a caixa sanitária próximo aos pratos de comida e água, colocar uma caixa alternativa onde estão os locais de “acidentes” e a medida que esta for usada poderá ser movida poucos centímetros por dia até um local aceitável para o proprietário, também podem ser colocados obstáculos no lugar onde o gato esteja urinando inapropriadamente, como por exemplo, usar pinhas ou folhas de papel alumínio em vasos de plantas.

Se a situação estiver insustentável para o proprietário, que esse coloque o seu gato num local isolado que seja pequeno e distante do local onde ele costuma estar, oferecendo todas as condições necessárias e permitindo um maior tempo de liberdade de acordo com a readaptação do gato.

Medicamentos não são normalmente indicados para esses gatos com problemas de comportamento. Em vez disso um manejo ambiental e comportamental deve ser implementado.

Sempre que o gato apresentar um comportamento fora do padrão, ele deve ser encaminhado para uma avaliação veterinária em busca da causa provável e resolução do problema.


Vira-latas são mais inteligentes que cães com pedigree

Julho 6, 2008

Salsicha é o cão mais feroz do mundo, diz estudo

Julho 6, 2008

COMO FAÇO PARA MEU ANIMAL TER UMA PELAGEM BONITA?

Junho 29, 2008

Cuidados com os pêlos de cães e gatos fazem parte cada vez mais da vida desses bichinhos. Mas existem alguns cuidados básicos que todo proprietário deve adotar para manter a pelagem de seu animalzinho bonita e saudável. Cães que possuem pelagem longa (poodle, bichon frisé, maltês, shih-tzu, lhasa apso, schnauzer, cocker, collie, bernese, pastor alemão e outros) na sua maioria exigem cuidados de escovação e banho constantes. O que gostaria de salientar, pela experiência de 10 anos como tosadora, é que quando se opta por uma raça dessas, deve-se ter consciência do custo e da dedicação para mantê-los bonitos e bem tratados. A freqüência de banhos ou de vezes em que deverão ser escovados por semana, vai depender de cada cão, do local onde vive, e do tipo de pêlo. Mas aí vão algumas sugestões para facilitar a vida de seu pet na hora do banho ou da tosa:

- Evite ao máximo o uso de roupas em seu animal, pois além de propiciarem a formação de nós, muitas vezes sem possibilidade de serem desmanchados sem machucar o animal, elas também podem causar alergias. Além do mais, a pelagem do cão ou gato já é uma proteção natural contra o frio, então somente em locais de frio extremo seria necessário a utilização dessas.

- Escove a pelagem no mínimo 2 vezes por semana, ela remove os pêlos mortos, retira a sujeira, e permite que a pelagem se torne mais macia e vistosa.

- Quando o proprietário optar por banhar o animal em casa, deve lembrar-se de que após o banho ele precisa ser bem escovado. Um dos maiores problemas nesse caso, é que quando animal é banhado e não recebe escovação, ele acaba ficando cheio de nós, gerando um problema para o cão ou gato, e para o tosador que muitas vezes se vê obrigado a tosar o animal por falta de opção.

- Procure evitar o uso de xampús que contenham muitas substâncias químicas. Dando atenção principalmente a branqueadores, clareadores, escurecedores, e todo tipo de produto que não for de formulação o mais natural possível.

- Fique atento à presença de parasitas, como sarna, pulgas, carrapatos, piolhos, e também à presença de seborréia ou outras doenças de origem endócrina. Sempre procure um veterinário que possa avaliar a condição de seu animal e o tratamento adequado para os eventuais problemas.

Como se pode ver, tendo alguns cuidados e uma boa alimentação, seu cão ou gato vai estar sempre roubando a cena.

Só para finalizar, a Blanche recebeu cuidados semanais nos primeiros meses, agora passou receber cuidados quinzenais, já que sua pelagem que está em ótimas condições permite um intervalo maior para banhos e escovações.


ESTERILIZAÇÃO versus CARROCINHA

Junho 18, 2008

Por que a carrocinha não funciona?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) em seu 8o. Informe Técnico de 1992, diz na pg. 58 – item 9.4 que: Não existe nenhuma prova de que a eliminação de cães tenha gerado um impacto significativo na densidade das populações caninas ou na propagação da raiva. A renovação das populações caninas é muito rápida e a taxa de sobrevivência delas sobrepõe facilmente à taxa de eliminação (sacrifício), sendo que a mais elevada registrada no mundo até hoje foi em torno de 15% da população canina. Logo em pouco tempo todo o objetivo da eliminação terá ido água abaixo e todo o dinheiro empregado nessa terá sido gasto inutilmente.

Por que a esterilização é mais eficiente do que o recolhimento (carrocinha) e sacrifício dos animais?
O relatório da OMS, de 1999, elaborado por especialistas em raiva, reconhece a esterilização maciça como a melhor prática para controle populacional de animais urbanos, em substituição ao extermínio sistemático, comprovadamente ineficaz e mais caro. Não é possível pensar em controle de zoonoses urbanas na atualidade sem a esterilização . Hoje, mais do que nunca prevenir é mais barato, mais sensato e mais eficaz que remediar. A conclusão é que só teremos um combate eficaz contra as zoonoses e a superpopulação e, conseqüentemente maior proteção à saúde humana e animal, se controlarmos o excesso da população dos animais. O extermínio (sacrifício) ataca a conseqüência, enquanto a esterilização ataca a causa, a origem, a raiz do problema. Já é consenso por todos os órgãos nacionais e internacionais de saúde que só a esterilização maciça e em ritmo de campanha pode controlar a superpopulação de cães e gatos e combater às zoonoses.