Blanche de tosa leão “by myself”!!

Outubro 17, 2009

Fazia tempo que eu esperava para tosar a Blanche assim, como já tem um outro post sobre ela, vou colocar aqui para compartilhar seu mais novo visual.

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Camisetas personalizadas

Março 13, 2009

Oi pessoal, estou lhes convidando para conhecer a Letter Camisetas Personalizadaslettercamisetas.wordpress.com

Lá vocês vão encontrar camisetas lindas com temas de cães, gatos e outros. Visitem o site e confiram as camisetas maravilhosas disponíveis lá.

Dêem uma olhada numa das camisetas!!!

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Muito legal!! Visite e veja mais modelos!!!


Últimas tosas da Blanche!!

Janeiro 30, 2009

Essa tosa ficou uma graça!!!

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Esse modelito eu criei. Se existe, não sei, mas gosto de variar.


Necessidades no lugar certo

Agosto 31, 2008

Revista Cães e Cia, n. 329, outubro de 2006

Por Alexandre Rossi (adestrador – www.caocidadao.com.br)

Todos desejamos ter cães que só façam as necessidades no banheirinho deles. Neste artigo procuro ensinar a maneira mais rápida e eficiente de obter sucesso na formação desse hábito de higiene

Quando ensinar
O filhote costuma fazer as necessidades assim que sente vontade. Nosso trabalho inicial é identificar quando isso acontece. Normalmente, o cão urina e defeca ao acordar ou ao ser acordado, antes de descansar e logo depois de comer. Entre em ação nesses momentos ou quando ele der sinais de querer se aliviar (começa a farejar, a se afastar e rodopiar ou a abrir levemente as patas). Leve-o ao banheirinho, no colo. Enquanto ele estiver nos seus braços evitará fazer necessidades, atitude semelhante à que adota quando está na caminha ou na toquinha dele (caixa de transporte ou casinha).

Ponha o filhote no banheiro e, para mantê-lo lá, fique por perto. Assim que ele tiver se aliviado, elogie-o e recompense-o com petisco. Quando o filhote tiver associado o prêmio com fazer as necessidades, começará até a forçar para fazer xixi e ganhar recompensa. Quanto mais necessidades ele fizer em local desejado, menor o risco de fazê-las em local impróprio. Nas primeiras vezes, não mostre o petisco antes de o filhote se aliviar, para não desconcentrá-lo.

Se, passados uns dois minutos, o filhote não tiver dado mostras de querer se aliviar, leve-o para onde estava ou para outro local que não seja o do banheirinho. Depois de algum tempo, ou quando o cão sinalizar, leve-o de volta para o lugar de fazer as necessidades.

Nunca prenda o filhote sozinho no cômodo do banheirinho. Se ele começar a temer o local, evitará visitá-lo.

Na falta de supervisão
A intenção é que o filhote faça as necessidades onde desejamos, mesmo sem ser supervisionado. Se ele ficar sem supervisão por diversas horas, deve ter acesso à água, aos brinquedos e à caminha, bem como ao lugar para se aliviar. Esse último deverá estar no lado oposto da comida, água e casinha ou em outro ambiente.

Forre o banheirinho com algo que absorva o xixi, como folhas de jornal ou um tapete higiênico. Em volta do banheiro não deve haver tapete nem carpete, acessórios que só podem estar em embaixo da caminha do filhote.

Para evitar que a caminha se torne banheiro, procure deixá-la o mais confortável possível. Amarre os brinquedos perto dela ou em cima, para serem roídos lá e não sobre o jornal. Prefira os brinquedos com furos e insira neles pedaços de petisco ou de ração. Quanto mais o filhote se entretiver na caminha ou na toca, menores as chances de ele adotar o jornal como caminha ou de desenvolver o hábito de picar o jornal ou o tapete higiênico.

Se o filhote ficar sem supervisão por um breve período, poderá ser deixado na toca dele (caixa de transporte ou casinha com porta). Por não gostar de se aliviar onde está abrigado, ele segurará as necessidades enquanto conseguir. Isso dará chance a você de, ao voltar, levá-lo ao local adequado e de elogiá-lo, caso ele faça a coisa certa. Atenção: não associe a toca com broncas. Ao contrário, mostre como é legal estar nela. Sempre que o cão entrar na toca, dê petiscos e atenção a ele.

Se fizer no lugar errado
O treinamento inicial precisa ser focado em elogios e petiscos. Não em broncas. O filhote costuma interpretá-las de modo equivocado. Mesmo quando a bronca é dada corretamente no ato da ação indesejada, ele pode entender que o motivo foi ter feito necessidades em local visível ou perto de pessoas, por exemplo.

Se isso acontecer, ele não irá mais ao lugar certo e nós perderemos a chance de recompensá-lo pelos acertos. A conseqüência é o treino ficar muito mais difícil.
Por isso, só comece a dar broncas quando não tiver dúvidas de que o cão entendeu o que espera dele. Ou seja, quando ele se aliviar freqüentemente no local correto e, ao terminar, correr na sua direção para receber petiscos e elogios.
O objetivo das broncas é criar desconforto para o cão quando ele faz necessidades em local errado. O mesmo resultado pode ser obtido com um barulho alto, que cause um pequeno susto.

Pode-se também dar bronca quando o filhote se prepara, em local impróprio, para fazer necessidades. Se ele segurar o xixi, leve-o para o banheirinho e aguarde alguns minutos. Há uma boa chance de ele se aliviar lá.


TOSAS PARA POODLE

Agosto 3, 2008

O poodle é uma cão que oferece várias possibilidade de tosa estética, eis alguns estilos:



ESCOVA MÁGICA

Agosto 3, 2008

Estava pesquisando outros produtos e encontrei o anúncio dessa escova que até então não conhecia. Se funciona mesmo não sei, mas seria bem prático.

As fortes cerdas de ESCOVA MÁGICA IO-50, ajudar você a vencer os pêlos mais rebeldes, enquanto a Tecnologia Iônica lava suavemente seu animal com  mais de 100 trilhões de moléculas super oxigenadas, a cada segundo. A tecnologia iônica  acaba com os maus odores e com as partículas que as causam e deixa somente oxigênio fresco em seu pêlo. Assim seu  animal acaba cheirando bem e limpo. Uma vantagem adicional de ESCOVA MÁGICA IO-50, é a tecnologia usada para repelir pulgas. A escova emite ondas ultra- sônicas reguladas em freqüência específica que ajuda a  repelir as pulgas, mas é totalmente inofensiva para você e seu animal.

http://www.solucoesasp.com.br/ecommerce_site/index.php?pg=t1_ex_prod&codprd=16330&cd=gfmedc8!%60Sifk&cat=ifnaXZ8:BVej&cdgc=gflebh6;%60Ug&sid=3ortmiv1j20a9tjs1mi8svnp87-1217793684


QUAL A RAÇA CERTA PARA MIM?

Julho 30, 2008

Sempre que pensarmos em adquirir um animal devemos levar em contas uma série de fatores:

  • Custo de manutenção do animal escolhido, isso inclui: veterinário, vacinas, banhos, esterilização, alimentação, acessórios, medicações e gastos não programados;
  • Temperamento. Se você quer um animal calmo, pouco ativo, que não fique latindo, evite raças agitadas, e vice-versa. Antes de escolher o seu animal de estimação sempre pesquise muito, fale com outros proprietários, criadores, veterinários, obtenha todas as informações possíveis.
  • Local onde você mora. Se você mora em apartamento, prefira raças menos agitadas, já que você vai precisar conviver com seus vizinhos, procure evitar os problemas antes de criá-los. Se você mora em casa, e já tem um cão, ao se mudar não escolha um apartamento, procure outra casa, pois no momento que você assumiu a responsabilidade de adotar um animal, é responsável por ele pelo resto de sua vida. Esse último é um dos motivos mais comuns de abandono de animais.
  • Expectativa de vida: lembre-se, um cão ou gato dura em média 15 anos, pergunte-se se você está disposto a assumir o compromisso por todo esse tempo;
  • Aptidão para liderança:   É inegável que certas raças têm uma tendência maior à agressividade, portanto, é imprescindível que uma pessoa que adquira um animal desses tenha condições de liderá-lo e controlá-lo, evitando assim acidentes , como, ataques a outros cães e pessoas. A criação sem critérios de raças como: Pit Bull, Rottweiler, Fila, e outros, sem critérios e ignorando as linhagens e temperamento desses, assim como a compra desses animais por pessoas incapazes de se posicionarem como líderes vêm trazendo problemas bem sérios, para os cães e para as pessoas.

Esses são só alguns questionamentos que se deve fazer ao adotar um animal, pois esses itens citados acima parecem ser muito freqüentemente a causa de abandonos. É triste ver pessoas se desfazendo do cão ou gato porque cresceu demais, ou porque solta pêlo, ou fez xixi onde não devia,  é muito agitado, é muito calmo, late demais, não late, não era bem o que queria……e por aí vai. Só quem se envolve em causas em prol dos animais vê com seus próprios olhos os absurdos que o ser humano é capaz em favor do egocentrismo. Animais não são produtos descartáveis, são seres vivos que merecem respeito.

O proprietário que se preocupa com todas essas questões antes de assumir o compromisso de adotar um animal de estimação, certamente, será um proprietário responsável. E é isso que se espera de todos.


A esterilização ou castração é a única forma humanitária de controle populacional

Julho 29, 2008


Como educar o meu cachorro?

Julho 24, 2008

Aprender sobre o comportamento dos cães e como educá-los deveria ser uma tarefa obrigatória a toda pessoa que adquire um cãozinho.  Retirei algumas dicas do livro Florais para cães, da autora Jackline Pinto, por sinal um livro muito interessante, que poderão ajudar na hora da educação.

  1. Criar uma rotina : Colocar o alimento nos horários corretos, não deixar alimentação à vontade. Ensinar a urinar e defecar no local correto;
  2. Elogios/punição: Elogiar, presentear em acertos; Punir somente com tom de voz forte ou spray de água no rosto, mas só é válida a punição feita na hora H, ou seja, no momento exato do ato indesejado; se feita depois, além de ser inútil, pode ser muito prejudicial; Manter sempre a sua palavra;
  3. Seja forte: Não se sinta culpado por deixar o animal em casa sozinho. Ele deverá se acostumar com a rotina da casa, e não a casa com a rotina dele. Com certeza ele irá se adaptar; é somente uma questão de tempo e paciência.
  4. Se ele latir demais, ignore-o: O latido realmente incomoda e eles são tão esperto que sabem que ganham o dono no latido. Portanto, seja mais inteligente que ele: ignore-o. Ele, percebendo que não consegue o que quer, gradativamente deixará de latir;
  5. Não fazer festa para o animal quando chegar em casa: Isso é o mais difícil nesse processo, mas precisamos fazer esse esforço para não estimularmos o comportamento ansioso da espera. Portanto, devemos fazer carinho no animal somente após o término da euforia dele. Entre em casa, disfarce, vá ao quarto, ao banheiro e depois que ele estivem bem calmo faça carinho, sem muita exaltação.
  6. Para diminuir o comportamento de espera: Diga “volto já” e saia. Ausente-se por cinco minutos, volte, ignore o animal até ele ficar calmo e tranqüilo e depois faça um carinho. Após 30 minutos, diga “já, já volto” e saia. Ausente-se por dez minutos, volte, ignore o animal até ele ficar calmo e tranqüilo e depois faça um carinho. Mais uma vez, depois de uma hora, diga “já, já volto” e saia, ausente-se por 30 minutos, volte, ignore o animal até ele ficar calmo e tranqüilo, para depois fazer um carinho. Faça o mesmo depois de duas horas. Repita esses exercícios durante cinco dias consecutivos, e vá aumentando os espaços de tempo até chegar no horário necessário para que ele fique só e bem equilibrado.

Não esqueça: quando sair, deixe seu animal seguro e tranqüilo, com uma camisa recém-usada (não lavada), um rádio ligado e pelo menos uma luz acesa na casa (quando for noite).

Dedique um tempo para vocês, um tempo prazeroso, para que ele sinta que, apesar das mudanças, continua sendo muito amado. Que tal três passeios por dia? Pode ser só por 30 minutinhos!!


O QUE FAZER QUANDO SEU GATO URINA EM LUGARES INAPROPRIADOS?

Julho 17, 2008

Uma das mais comuns reclamações de comportamento em gatos é a eliminação de urina em local inapropriado. Esse tipo de comportamento é dividido em dois tipos:

  1. um no qual os gatos urinam do lado de fora da caixa sanitária e
  2. aqueles no qual os felinos urinam pela casa para demarcação de território.

Em todos os casos é importante fazer a diferenciação do problema para que se faça uma terapia adequada. Mesmo com essa diferenciação, a terapia comportamental pode ser necessária concomitante com o tratamento médico, porque os problemas de comportamento podem ter início como resultado de um condicionamento negativo. Por exemplo, um gato com uretrite pode associar a dor com a caixa sanitária e procurar locais alternativos para eliminação.

Existem manejos que podem eliminar esses comportamentos indesejados, desde que sejam exclusivamente associados a problemas comportamentais, por exemplo: manter a caixa sanitária limpa, não usar soluções de limpeza muito forte, oferecer pelo menos uma caixa por gato em localizações diferentes, colocar a caixa em locais tranqüilos, não colocar a caixa sanitária próximo aos pratos de comida e água, colocar uma caixa alternativa onde estão os locais de “acidentes” e a medida que esta for usada poderá ser movida poucos centímetros por dia até um local aceitável para o proprietário, também podem ser colocados obstáculos no lugar onde o gato esteja urinando inapropriadamente, como por exemplo, usar pinhas ou folhas de papel alumínio em vasos de plantas.

Se a situação estiver insustentável para o proprietário, que esse coloque o seu gato num local isolado que seja pequeno e distante do local onde ele costuma estar, oferecendo todas as condições necessárias e permitindo um maior tempo de liberdade de acordo com a readaptação do gato.

Medicamentos não são normalmente indicados para esses gatos com problemas de comportamento. Em vez disso um manejo ambiental e comportamental deve ser implementado.

Sempre que o gato apresentar um comportamento fora do padrão, ele deve ser encaminhado para uma avaliação veterinária em busca da causa provável e resolução do problema.